
O Brasil ultrapassou a marca de 550 mil mortes pela covid-19 e segue com a taxa de vacinação longe da ideal, publicou o UOL (https://cutt.ly/YQtfWQQ). Nas últimas 24 horas, foram confirmadas 587 novas mortes no país, totalizando 550.586 desde o início da pandemia. Já o número de casos confirmados subiu para 19.706.704, com 21.088 diagnósticos positivos no último dia. Paralelo a isso, o país tem baixas taxas de vacinação, com 45% de pessoas com ao menos uma dose da vacina e apenas 17% com as duas doses completas ou a dose única. O Ministério da Saúde diminuirá para 21 dias o intervalo entre as duas doses da vacina da Pfizer, visando conter a disseminação da variante Delta, considerada mais agressiva e transmissível, informa O Globo (https://cutt.ly/EQtf6k4). A confirmação foi dada pelo secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz. Mas, detalhes como a data, o cronograma de abastecimento e a forma como será feita a antecipação ainda estão sendo avaliados. A CPI da Covid no Senado Federal descobriu que o Ministério da Saúde trocou 15 e-mails ou telefonemas e levou 47 dias para a celebração do contrato da Covaxin, que teve a Precisa Medicamentos como empresa intermediária. O R7 (https://cutt.ly/nQtfNoX) relembra que, a nível de comparação, a pasta trocou 84 e-mails e levou 330 dias para fechar o acordo com a Pfizer. Durante o recesso parlamentar, os técnicos da comissão aproveitaram para analisar documentos que tratam da vacina indiana. A CPI decidiu que ouvirá Francisco Maximiano, dono da Precisa, na quarta-feira da semana que vem.