
O Brasil chegou ao 24 º recorde consecutivo na média móvel de mortes por covid-19. Foram registrados 1.570 óbitos em 24 horas, resultado que elevou a média diária da semana para 2.289 vidas perdidas, alta de 46% em relação a 14 dias atrás. Mas o número de novos infectados também atingiu o maior patamar desde o início da pandemia, foram 75.163 diagnósticos diários em uma semana, mostra o G1 (https://glo.bo/3d1Rjkc). Por outro lado, pouco mais de 12 milhões de brasileiros receberam ao menos uma dose de vacina contra a doença, o que representa 5,8% da população. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) afirmou que não vê motivo para mudar a postura diante da pandemia. Em discurso no Palácio do Planalto, o político disse que o Brasil vem fazendo um trabalho excepcional de vacinação, relata O Globo (https://glo.bo/3f6lMAn). Segundo o World In Data, nosso país é o quinto em doses aplicadas, mas o 73o em proporção populacional imunizada. O cenário prejudica a imagem de Bolsonaro, que deve se reunir nesta quarta-feira com os presidentes dos demais poderes, governadores aliados, ministros, PGR e TCU para discutir saídas para a crise de saúde, informa a CNN (https://bit.ly/3vPktM4). Ontem, os chefes da Câmara e do Senado se adiantaram e receberam líderes empresariais para discutir propostas, mostra a Folha (https://bit.ly/315qqX6). O Poder Executivo começou a pedir ajuda ao setor privado para reverter o desabastecimento do “kit entubação”, aponta a Jovem Pan (https://bit.ly/3tDH5NM). Por outro lado, a data para a posse do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ainda não foi oficializada. O presidente tenta achar um cargo para que Eduardo Pazuello se mantenha com foro privilegiado e não responda na primeira instância a inquéritos relacionados à gestão da pandemia. Uma das alternativas seria criar um ministério especial para a Amazônia, completa o portal (https://bit.ly/398xtTj).