
O Brasil registrou 1.224 mortes por covid-19 em 24 horas. O resultado é o mais alto desde 20 de agosto. De acordo com os dados do consórcio de veículos de imprensa, 193.940 pessoas já perderam a vida por causa da doença no país. A média móvel de óbitos nos últimos sete dias ficou estável, informa o G1 (https://glo.bo/3n3UZ89). Ainda de acordo com o portal (https://glo.bo/38N6VWT), a Fiocruz anunciou que até o dia 15 entregará à Anvisa o pedido de registro da vacina desenvolvida pela parceria Oxford/AstraZeneca. A expectativa é que um milhão de doses sejam entregues na primeira quinzena de fevereiro. O governo brasileiro só conseguiu comprar 2,4% dos 331 milhões de seringas e agulhas que pretende comprar para garantir a campanha nacional de vacinação contra o novo coronavírus. O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski prorrogou a vigência de parte da lei que permite ao governo adotar medidas excepcionais sanitárias e de saúde para combater a pandemia. O texto perderia validade hoje, junto com o estado de calamidade pública, explica o Migalhas (https://bit.ly/34Ydch5). Com a decisão liminar, segue valendo, por exemplo, a regra que obriga a Anvisa a analisar em até 72 horas os pedidos de registro emergencial de vacinas contra o coronavírus. Os gestores públicos também seguem autorizados a determinar isolamento social e quarentena ou a realização compulsória de exames, tratamento médico e vacinação. A decisão foi alvo de críticas de parlamentares, para os quais a medida invade a competência do Legislativo.