
Em meio ao triste aniversário de um ano de pandemia no Brasil, o país bateu mais um recorde de registro de mortes diárias e de média móvel de óbitos por covid-19. Notícia da Folha de S.Paulo (http://bit.ly/3b7t0BQ) revela que nesta terça-feira (2) foram registradas 1.726 mortes pela doença, o maior número diário desde o início da pandemia. O país também contabilizou pelo quarto dia consecutivo a maior média móvel de óbitos pela doença. A média é calculada com base nos resultados dos últimos sete dias, divididos por sete. Para mudar estes números, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que permite a compra de vacinas por estados, municípios e empresas, informou o UOL (http://bit.ly/2NMbRot). Se sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a proposta torna possível a aquisição desde que os imunizantes tenham registro ou autorização para uso emergencial aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Enquanto os grupos prioritários forem vacinados, a iniciativa privada poderá comprar as doses, mas doá-las integralmente ao Sistema Único de Saúde (SUS). Depois da imunização destes grupos, empresas poderão obter as vacinas, desde que doando pelo menos 50% para a rede pública e aplicando o restante de graça. Aliás, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu nesta terça-feira com governadores para falar de vacinação. Segundo o Poder360 (http://bit.ly/307YAsU), ficou acertada a formação de um grupo que irá acompanhar a importação de insumos e a preparação de instalações de empresas para produzir os imunizantes no Brasil. O grupo deve ser composto por um governador de cada região do país e representantes da Câmara e do Senado, além de integrantes dos ministérios da Saúde e das Relações Exteriores.