
O Brasil voltou a ter seu pior dia da pandemia, com o recorde de 3.950 mortes por covid registradas nas últimas 24 horas, destaca o G1 (https://cutt.ly/Kcy6z32). Com isso, o mês de março terminou com o montante de 66.868 óbitos. Isso é mais do que o dobro das mortes anotadas em julho de 2020, o segundo pior mês da pandemia. Ao todo, o país soma 321.886 óbitos e 12.753.258 diagnósticos da doença. Em relação às vacinas, o Brasil aplicou a primeira dose do imunizante em 17.335.695 pessoas. Dessas, 5.037.272 receberam a segunda dose. O número de vacinados com ao menos a primeira dose representa 8,1% da população, publicou o portal Poder360 (https://cutt.ly/2cy6MYP). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização de uso emergencial da vacina contra covid-19 de dose única desenvolvida pela Janssen, segundo portal R7 (https://cutt.ly/3cuqfR8). O imunizante é um dos quatro listados para uso emergencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e já foi liberado em outros 35 países. A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto que define 16 grupos prioritários na vacinação contra a covid-19, noticiou o G1 (https://cutt.ly/OcuqS9y) . O texto inclui categorias atualmente não previstas no Plano Nacional de Imunização (PNI). São elas: taxistas, coveiros, profissionais que trabalham em farmácias e oficiais de Justiça. Esse projeto prevê algumas categorias já incluídas no PNI, mas acrescenta outros grupos. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a previsão de distribuição de vacinas para o mês de abril é de 25,5 milhões. Conforme a Folha de S.Paulo (https://cutt.ly/gcuqGjV), o quantitativo é quase a metade do previsto anteriormente. No entanto, o ministro ressaltou que está se empenhando para que as vacinas cheguem o mais rápido possível para a população, assim como os insumos para não atrapalhar a produção da Fiocruz e do Instituto Butantan.