
Mais cinco nomes irão compor a lista de investigados da CPI da Covid a partir desta segunda-feira (30).O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da comissão, anunciou à CNN (https://bit.ly/3kEuF5p) que os nomes que deixarão a condição de testemunha são: Emanuella Medrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos; Luiz Dominghetti, representante da Davati Medical Supply; Cristiano Carvalho, CEO da Davati; Coronel Helcio Bruno de Almeida, presidente da ONG Instituto Força Brasil; e Coronel Marcelo Bento Pires, ex-coordenador do Plano Nacional de Operacionalização de Vacinas contra Covid-19 do Ministério da Saúde. Todos têm relação com as suspeitas de fraudes nos acordos para compra de doses. Com os novos nomes, a lista passa a ter 23 investigados. A ideia de Calheiros é atualizar a lista toda semana até o fim dos trabalhos. Amanhã (31), será ouvido pelo colegiado o motoboy Ivanildo Gonçalves sobre o caso VTC Log, empresa que atua na logística do Ministério da Saúde. Ele foi responsável por saques milionários da empresa, investigada por irregularidades em contratos com o Poder Executivo. Falando em Covid-19, o Brasil registrou, no domingo (29), 278 mortes por causa da doença, o menor número desde 13 de dezembro de 2020. Apesar do baixo índice, o país está perto de bater a marca de 580 mil vidas perdidas desde o início da pandemia. O G1 (https://glo.bo/3DteSPf) citou que, com a soma de ontem, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 678, sendo o quarto dia seguido abaixo de 700. Pouco mais de 28% da população já está totalmente imunizada. A Câmara quer ouvir o ministro da Economia, Paulo Guedes, além dos presidentes da Caixa Econômica e do Banco do Brasil sobre a saída dos bancos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O Estadão (https://bit.ly/3Bm3P8F) noticiou que o requerimento de convocação assinado pelo deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, será apresentado hoje (30) como prioridade. A ideia é marcar uma audiência única com o trio em 15 dias. Ambas empresas são contra ao pedido de alinhamento da Federação dos três poderes em meio às ameaças de ruptura à ordem democrática feitas por Bolsonaro. A Febraban pretende emitir um manifesto amanhã (31) com um pedido de harmonia entre os poderes, reportou O Globo (https://glo.bo/3gIX0q4). O jornal (https://glo.bo/3zFbrTe) lembrou ainda que o presidente e Paulo Guedes deram aval aos bancos para saírem da Febraban.