
A CPI da Covid ouviu o policial militar Luiz Dominguetti, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply. Ele depôs porque afirma ter recebido um pedido de propina de um ex-diretor do Ministério da Saúde, detalha o G1 (https://cutt.ly/rmfZRuH). Na comissão, ele reafirmou a negociação e disse que a demanda foi feita “exclusivamente” pelo então diretor de Logística da Pasta, Roberto Dias, que nega. Senadores chamaram Dominguetti de "testemunha plantada" e apreenderam o celular dele depois que ele exibiu um áudio do deputado Luis Miranda. O policial militar sugeriu que o parlamentar tentava negociar vacinas, o que foi desmentido. Depois, voltou atrás e disse que pode ter sido induzido a erro. O Globo (https://cutt.ly/HmfXD4T) complementa que o representante da empresa no Brasil, o empresário Cristiano Alberto Carvalho negou que o áudio recebido por ele e divulgado na CPI da Covid por Dominguetti, tratasse da negociação de vacinas, como foi alegado. Segundo Carvalho, o policial quer "aparecer". Ao comentar o depoimento Dominguetti à CPI da Covid, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atacou os parlamentares de oposição que compõem a comissão e disse, em tom irônico, que o então representante da empresa relatou uma "propininha de R$ 2 bilhões", aponta a Folha de S.Paulo (https://cutt.ly/BmfZMQ4). Bolsonaro também reagiu com risadas ao comentar sobre o "superpedido" de impeachment apresentado contra ele por parlamentares e entidades da sociedade civil. De acordo com UOL (https://cutt.ly/ZmfXzBj), Bolsonaro classificou os signatários como "pessoas que não têm o que fazer", e acrescentou que a maior parte do Parlamento está "sintonizada" com seu governo O portal Poder360 (https://cutt.ly/xmfZBib) noticiou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que as suspeitas de corrupção investigadas pela CPI da Covid não vão atingir o presidente Bolsonaro. Para ele, a comissão é um “perde-perde enorme” que atrapalha o andamento das reformas econômicas. O Brasil registrou 2.029 óbitos por coronavírus nas últimas 24 horas. Com isso, o número de vidas perdidas para a pandemia alcançou 520.095. De acordo com a Agência Brasil (https://cutt.ly/mmfZAVw), a quantidade de casos de covid-19 desde o início da pandemia chegou a 18.622.304, sendo 65.163 no último dia. Em relação às vacinas, 102,2 milhões de doses já foram aplicadas, sendo 74,9 milhões da 1ª dose e 27,3 milhões da 2ª dose, ou dose única.