
Após oito horas de novo depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, à CPI da Covid, senadores apontaram que ele tentou "blindar" o presidente Jair Bolsonaro. Conforme o G1, Queiroga se esquivou de criticá-lo por contrariar recomendações da própria pasta em relação ao isolamento social e ao uso de máscara. O portal R7 salienta que Queiroga ainda disse que foi dele a decisão de não efetivar a contratação da infectologista Luana Araújo para o cargo de secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 e defendeu a realização da Copa América no Brasil. O titular da Pasta depôs pela segunda vez à CPI. Ele deu um primeiro depoimento à comissão em 6 de maio. Mas foi novamente convocado porque as declarações que deu foram consideradas pouco assertivas e contraditórias.