
O Estadão (https://bit.ly/3hOyaWU) divulgou que o Exército deve analisar hoje a ida de Eduardo Pazuello ao ato político-partidário com motociclistas sob o comando do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no domingo (23), no Rio de Janeiro. A CNN (https://bit.ly/3ywru5V) cita que o ex-ministro da Saúde não pediu autorização ao comando das Forças Armadas para ir à manifestação. O Globo (https://glo.bo/3fJ9Fb2) destacou que oficiais da ativa como Pazuello são proibidos de estarem em manifestações políticas. O general corre risco de ser punido, mas Bolsonaro pode revogar da decisão. Além de Pazuello, Bolsonaro contou com a companhia do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e de outros 10 apoiadores na manifestação, também detalhou o Estadão (https://bit.ly/3bKnxRe). O presidente e os apoiadores não usavam o item de proteção e geraram aglomerações. No ato que mobilizou cerca de mil policiais militares, Bolsonaro criticou prefeitos e chefes de estado que decretaram medidas mais rígidas contra a pandemia e disse que jamais colocaria o Exército, que chamou de seu, nas ruas para fazer lockdown. Com jaquetas de moto-clubes e camisetas do Brasil, apoiadores gritavam "Bolsonaro 2022" e reivindicavam o uso de remédios sem comprovação científica para tratamento da covid-19, informou a Veja (https://bit.ly/3oGfxWP). O presidente foi duramente criticado por membros de partidos de oposição nas redes sociais, ressalta o Poder360 (https://bit.ly/3hTHVU5). A aglomeração gerada por Bolsonaro nas ruas do Rio deve repercutir na CPI da Pandemia. No domingo (23), o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), anunciou que vai pedir informações ao governo federal e ao Estado carioca sobre o caso, cita o portal G1 (https://glo.bo/3wuzWkk). Um decreto da prefeitura do Rio válido até 31 de maio proíbe a realização de eventos em locais públicos e impõe o uso obrigatório de máscaras.