
O presidente da república determinou que órgãos públicos federais reduzam o consumo de energia de 10% a 20% de setembro deste ano até abril do ano que vem. O documento prevê a adoção de medidas como manter luz, ar-condicionado e outros equipamentos desligados em ambientes vazios, dar preferência à ventilação natural e evitar o uso de elevadores e adotar sensores de movimento para ativar a iluminação de ambientes. As orientações vem em meio a maior crise hídrica do país nos últimos 91 anos, com reservatórios em nível mais baixo do que em 2001, ano do último apagão nacional, destaca o G1 (https://glo.bo/3gAHX1v). Enquanto isso, o Ministério de Minas e Energia anunciou que irá lançar um programa de desconto na conta de luz de consumidores que reduzirem o consumo. A eficácia da medida é questionada por especialistas, mas detalhes do plano ainda estão sendo discutidos no governo. O ministro Bento Albuquerque disse não trabalhar com a hipótese de racionamento, informou a CNN (https://bit.ly/3sRFTqL). E o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse não ver problema no aumento do preço da conta de luz, consequência do uso de mais termelétricas e que vem contribuindo para o aumento da inflação. O presidente do Senado anunciou ter rejeitado o pedido de impeachment apresentado por Bolsonaro contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Rodrigo Pacheco (DEM) entendeu que os argumentos não se enquadram nas regras do impeachment. O chefe do Executivo alegava, entre outros pontos, que Moraes não teria mantido a imparcialidade em seus atos à frente do cargo. Bolsonaro teve o nome incluído pelo ministro em inquérito sobre urnas eletrônicas depois de ataques do presidente ao processo eleitoral do país, lembra a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3Bib3e5). O Supremo Tribunal Federal rejeitou um pedido do governo federal para que indígenas fossem proibidos de se manifestar em Brasília. O Executivo alega que aglomerações representam risco de disseminação da covid-19, explica o Poder360 (https://bit.ly/3BaO7xe). Mais de 170 povos originários estão representados na capital para acompanhar o julgamento do STF sobre o chamado Marco Temporal, que restringe a demarcação de terras indígenas no país.