
O novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), conseguiu um acordo com a oposição para compor a Mesa Diretora da Casa. Na segunda-feira, depois de assumir, Lira impugnou o registro do principal bloco de oposição, que havia sido formalizado fora do prazo. Na prática, a medida reduziria a representação dos desafetos nas vice-presidenciais, secretarias e suplências. Pressionado, o deputado voltou atrás e agora PT e PSDB devem ficar com uma cadeira cada, explica o G1 (https://glo.bo/39JReS1). A eleição, prevista para ontem, foi adiada e deve acontecer no final da manhã de hoje. No Senado, o processo foi encerrado na terça-feira. O presidente Rodrigo Pacheco (DEM) se livrou de uma saia justa. Durante a campanha, seus articuladores prometeram a cadeira de primeiro vice-presidente para as duas maiores bancadas da Casa, MDB e PSD. A disputa acabou decidida no voto, com vitória para Veneziano Vital do Rego (MDB). Havia o temor de uma rebelião caso o resultado fosse outro, já que o partido abandonou sua própria candidata à presidência em favor de Pacheco, destaca a Folha (https://bit.ly/39IVPDQ). Pacheco e Lira se reúnem agora pela manhã para assinar uma carta de intenções conjunta, com os projetos e temas prioritários para Câmara e Senado nos próximos dois anos. Reformas Administrativa e Tributária, PEC Emergencial, vacinação contra a covid-19 devem constar no documento que, em seguida, será entregue ao presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), que recebe os parlamentares para o primeiro encontro, no Palácio do Planalto. Bolsonaro, aliás, deve ir pessoalmente à cerimônia de abertura do Ano Legislativo, tarefa normalmente desempenhada pelo ministro-chefe da Casa Civil, destaca a GaúchaZH (https://bit.ly/3tlY6N1). Apoie em seupanorama.com.br