
O cardiologista Marcelo Queiroga será o novo ministro da Saúde. O presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia foi membro da equipe de transição do atual governo e agora passará a ocupar o posto do militar Eduardo Pazuello. Queiroga é o quarto ministro da pasta na gestão Bolsonaro. Em entrevista CNN (https://bit.ly/3bQ506r), ele afirmou que o lockdown se destina a casos extremos e não pode ser uma política de governo no combate à pandemia, diante da necessidade de se cuidar de aspectos econômicos. Antes de Queiroga, o presiente Jair Bolsonaro (Sem partido) recebeu um não da cardiologista Ludhmila Hajjar. Para o G1 (https://glo.bo/3eM4vw6), a médica afirmou ter recusado o convite do Planalto por falta de “convergência técnica”. O Estadão (https://bit.ly/38JBwoX) reporta que o Centrão, base de apoio do governo no Congresso, foi um dos fatores para a mudança na Saúde, mas acabou escanteado no processo de escolha do novo ministro. Lideranças do grupo consideram essa a última chance do presidente acertar na condução da pandemia.