
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o voto impresso nas eleições de 2022 será analisada hoje (05) na Câmara dos Deputados. Relator da PEC, o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) apresentou na semana passada parecer favorável, mas um pedido de vista coletivo adiou a votação do relatório, que pode ocorrer dia 8 de julho, publicou a CNN (https://bit.ly/3hylUrR). Porém, o presidente da Comissão Especial da Câmara, deputado Paulo Martins (PSC-PR), avalia que a proposta não passa no Plenário e nem na comissão. O parecer de Barros cita que o eleitor votaria em uma urna eletrônica, que depois imprime o voto e o deposita em uma "urna indevassável". A apuração após o término do pleito nacional seria feita pelo registro impresso do voto. A Folha de S. Paulo (https://bit.ly/3hgWoZu) reportou que a Davati Medical Supply propôs vender 400 milhões de doses da Astrazeneca ao governo federal. O negócio poderia chegar a US$ 6 bilhões. A empresa negou negociação com o Ministério da Saúde, mas e-mails obtidos pela reportagem indicam que houve, sim, sinal positivo da pasta. A AstraZeneca disse, em nota, que não disponibiliza vacinas pelo mercado privado e que os convênios são tratados com a Fiocruz e o Poder Executivo. Luiz Dominguetti, representante da empresa, depôs na CPI da Covid e disse que recebeu um pedido de propina de US$ 1 por dose de um ex-diretor da pasta da Saúde em troca de fechar acordo. O Instituto Butantan pretende reduzir o tempo de testes da Butanvac, candidata à vacina da covid-19, com produção 100% brasileira. Conforme o Estadão (https://bit.ly/3hgqzjl), o Butantan deve solicitar uso emergencial do imunizante sem os resultados de eficácia. Mas a proposta não tem consenso entre os cientistas. A Anvisa reforça que os estudos são importantes para avaliar o desempenho da dose na prevenção de casos sintomáticos e graves.