
A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) por suspeita de prevaricação no caso do contrato de compra da vacina indiana Covaxin pelo governo. A medida foi adotada pela PF depois da Procuradoria-Geral da República ceder à pressão do Supremo Tribunal Federal e determinar a abertura do inquérito. Bolsonaro é suspeito de ter se omitido depois de, supostamente, ser informado sobre irregularidades no processo de aquisição do imunizante indiano, lembra o UOL (https://bit.ly/36yNNey). Em encontro com o presidente do STF, Bolsonaro afirmou que o crime de prevaricação só se aplicaria a servidores públicos e não ao presidente, embora haja interpretação legal equiparando o posto de chefe do Executivo ao de servidor, destaca o Estadão (https://bit.ly/3xOhgwI). O encontro no STF foi uma tentativa do Judiciário de tentar pacificar a relação de Bolsonaro com seus membros, situação agravada depois que o presidente adotou o voto impresso como agenda prioritária. Voltando às vacinas, o Ministério Público Federal de Brasília abriu uma apuração preliminar sobre a denúncia de cobrança de propina em uma oferta de 400 milhões de vacinas AstraZeneca para o Ministério da saúde, lembra a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3yRjrji). O reverendo Amilton Gomes de Paula, apontado como o responsável pela negociação em nome do governo, apresentou atestado médico e teve o depoimento à CPI da Pandemia adiado. A oitiva estava marcada para quarta-feira. Ele deve comparecer ao Senado hoje para passar por perícia médica, afirma o G1 (https://glo.bo/3AWMt2T). Hoje é dia do depoimento da diretora da Precisa Medicamentos Emanuela Medeiros. O STF autorizou que ela permaneça em silêncio durante a sessão.