
A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito para investigar o ministro Dias Toffoli. Segundo a Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3o5xTjG), o magistrado é suspeito de vender decisões judiciais. O pedido tem como base o acordo de delação premiada da polícia com o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que afirma que Toffoli recebeu R$ 4 milhões para favorecer dois prefeitos fluminenses em processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esta é a primeira vez que a Polícia Federal pede ao Supremo que apure algo envolvendo um magistrado da própria Corte. Conforme Cabral, os pagamentos foram efetuados pelo ex-secretário de Obras do Rio Hudson Braga, destinados ao escritório da advogada Roberta Rangel, esposa de Toffoli, noticiou o Estadão (https://bit.ly/2RJiTfl). O ministro nega tanto o favorecimento, como o recebimento desse valor. O pedido está sob análise do relator da Operação Lava Jato, Edson Fachin. O Ministério da Saúde decidiu nesta terça-feira (11) que a partir de agora só vai vacinar gestantes e puérperas que tenham alguma comorbidade, ou seja, alguma doença preexistente.Matéria do G1 (https://glo.bo/3hkq1t2) também aponta que elas só poderão receber doses da CoronaVac e da Pfizer. A aplicação de AstraZeneca nesse grupo está suspensa até que seja concluída a análise de se o caso da morte de uma gestante de 35 anos por acidente vascular cerebral (AVC) tem relação com a vacina AstraZeneca que ela recebeu.