
O chefe do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), vai enviar nesta segunda-feira (02) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), sobre o aumento do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões em 2022, para sanção presidencial. Assim, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem até o dia 23 deste mês para decidir se o veta ou não, reforça o Estadão (https://bit.ly/37fZHtS). Bolsonaro vinha anunciando pretensão de veto nos últimos dias, mas admitiu uma despesa de R$ 4 bilhões para irrigar as campanhas eleitorais. O veto ainda pode ser derrubado no Congresso. Porém, caso o veto ocorra, o valor final do fundo permanecerá aberto. Bolsonaro voltou a ameaçar a realização do pleito nacional de 2022 no domingo (01) ao dizer que “sem eleição limpa, não haverá eleições”, reporta a CNN (https://bit.ly/3xfOx2P). A declaração foi direcionada aos manifestantes que foram às ruas no mesmo dia em atos pró-voto impresso e a ele. Capitais como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro registraram protestos, pontua a Veja (https://bit.ly/3rNqwz1). O G1 (https://glo.bo/3fh1e7l) lembra que 11 partidos políticos protocolaram no fim de semana representação para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exij a explicações de Bolsonaro sobre as declarações de supostas fraudes nas eleições feitas na semana passada por ele em live, apesar do presidente admitir não ter provas das acusações. A CPI da Covid retoma as sessões amanhã (03) mirando nas negociações para compra de vacinas. A CNN(https://bit.ly/3ypfS4k) diz que os trabalhos recomeçarão com o depoimento do reverendo Amilton Gomes, que teria tido o aval do Executivo para negociar doses da AstraZeneca com a Davati Medical Supply. O sócio da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, o ex-assessor do Ministério da Saúde, Marcelo Blando e o empresário Airton Cascavel também devem ser ouvidos nesta semana. Envolvido nos acordos com o governo federal para compra de doses contra covid-19, o dono da Davati, Herman Cardenas, disse ao Fantástico (https://glo.bo/3j6X2Z8) ter sido enganado por parceiros brasileiros, mas não explicou com clareza a origem das vacinas. O deputado Luis Miranda (DEM-DF) declarou ontem que o que ele e o irmão, o servidor Luis Ricardo, disseram na CPI em junho revelou “a ponta do iceberg” para comprovar as denúncias que envolvem contratos no Ministério da Saúde, publicou o Metrópoles (https://bit.ly/3rP8wUV).