
Dois dias após passar ao mundo uma imagem mais moderada, o Talibã deixou a ideia de lado, descartou a possibilidade de democracia e reinstituiu, na quinta-feira (19), o Emirado Islâmico no Afeganistão. O grupo extremista vai seguir as mesmas leis adotadas quando assumiu o poder há 20 anos. O G1 (https://glo.bo/3sxSaAC) citou que, agora, países correm contra o tempo para evacuação. Os Estados Unidos, por exemplo, acusaram o movimento de manter postos de controle no aeroporto da capital Cabul para barrar a saída de cidadãos, o que os talibãs negam. Ontem, Dia da Independência no Afeganistão, o Talibã reagiu violentamente contra os primeiros atos de resistência. Cerca de 200 pessoas foram às ruas de Cabul em protesto e o grupo extremista determinou toque de recolher, revelou o The New York Times (https://nyti.ms/3sxTHqm). A agência Reuters (https://reut.rs/3yYzOLs) reforçou que manifestações também ocorreram em outras cidades e que há registro de muitas mortes no leste do país. No Brasil, um dos convocados mais aguardados pela CPI da Covid a depor, o dono da Precisa Medicamentos, empresa que tentou intermediar a venda da vacina indiana Covaxin ao Executivo, falou pouco ontem. Fernando Maximiano conseguiu um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF) para que não respondesse questões que o incriminasse. O Poder360 (https://bit.ly/3z4POvl) publicou que tal postura irritou os senadores, que pediram a prisão de Maximiano após alegarem que ele mentiu em depoimento, citou o UOL (https://bit.ly/2W7E2SC). A rescisão do contrato da Precisa com o Brasil deve ser publicada hoje, informou a CNN (https://bit.ly/3AY2Z1K). A emissora (https://bit.ly/3yYF01U) noticiou ainda que a CPI aprovou ontem a quebra de sigilo de Frederick Wassef, advogado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). A ação ocorreu um dia após Barros ter sido incluído na lista de investigados da comissão por suposto envolvimento no caso Covaxin. Relatora de um mandado de segurança do parlamentar para suspender a quebra, a ministra Carmen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para que o colegiado esclareça a decisão, publicou a Agência Brasil (https://bit.ly/2XH7iAl).