
Em virtude da recente aparição da Covid-19 – uma vez que os primeiros registros ainda nem completaram um ano –, a medicina carece de estudos conclusivos sobre os efeitos duradouros. Até então, o que se sabe é que as sequelas variam conforme o grau de manifestação da doença. Em pacientes graves, especialmente os que foram entubados e passaram por Unidades de Terapia Intensiva (UTI), esses danos prometem ser mais significativos. Neste caso, podem incluir fibrose pulmonar e a necessidade de oxigenoterapia, mesmo quando passados os sintomas. A fim de entender melhor o assunto, convidamos o pneumologista Marcelo Basso Gazzana, chefe do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Hospital Moinhos de Vento, para participar do novo episódio do Papo Secad. Confira a entrevista!