
Há poemas que não parecem apenas escritos, mas vividos. Em Ariel, Sylvia Plath atravessa a noite, o desejo, a morte, o corpo e a transformação com uma linguagem que é ao mesmo tempo bela e brutal. Mas o que acontece quando um poema deixa de ser apenas palavra e se torna uma espécie de 'lugar'? Neste episódio do Papo de Biblioteca, entramos em Ariel para conversar sobre os poemas,aquilo que existe por trás dos versos , e sobre o que eles despertam em nós. Sem pressa. Sem fórmulas. Só literatura e as perguntas que ficam depois da última página. IG: @brunadios