
A Odisseia, como o nome já diz, se trata da história de Odisseu, em sua jornada de volta para casa. E quem fica à sua espera? Penélope, sua esposa e mãe de seu filho. Mas ao contrário do que geralmente se fala, trazemos uma leitura diferente dessa espera: uma espera pra lá de ativa! Para não ter que se casar novamente, Penélope, astuta, anuncia que só iria fazê-lo quando terminasse de tecer a mortalha de seu sogro. Então ela fiava de dia, e desfiava à noite. Mais do que ser fiel ao parceiro, Penélope conseguiria assim ser fiel a si mesma? Tudo isso e um pouco mais no Papo de Psi #35 Papoflix: Era uma vez: O fiar e o desfiar em Penélope de Odisseu. Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/papodepsipodcast/ https://www.instagram.com/lidianegouveiapsicologa/ https://www.instagram.com/marianaalvespsi/ Mais informações: https://marianaalvespsi.com/ http://lidianegouveia.com.br/ Referências: Machado, Ana Maria. O Tao da teia – sobre textos e têxteis. ESTUDOS AVANÇADOS 17 (49), 2003. Parisi, Silvana. Separação amorosa e individuação feminina: uma abordagem em grupo de mulheres no enfoque da psicologia analítica / Silvana Parisi; orientadora Maria Júlia Kovács. -- São Paulo, 2009. Widmer Costa Neto, Patrícia Elizabeth. A trama em atitude simbólica: Um olhar da psicologia analítica de Jung sobre mão que costuram, bordam e tecem. / Patrícia Elizabeth Widmer Costa Neto; orientador Laura Villares de Freitas. -- São Paulo, 2018. Vídeo nova acrópole: https://www.youtube.com/watch?v=Ximp853N7N0&ab_channel=NovaAcr%C3%B3polePortugal