
Ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e na mansão dos mortos, pois o Senhor se fez obediente até a morte, e morte de cruz. E por isso Jesus Cristo é Senhor na glória de Deus Pai (Fl 2,10.8.11). Às vésperas do Tríduo Pascal, a liturgia, confrontando-nos com a traição de Judas, convida-nos a contemplar nossa relação com Deus, a qual deve se basear na sinceridade e na transparência. Na Eucaristia busquemos forças para promover o bem e a dignidade das pessoas e para nos mantermos em sintonia com o projeto do Pai, que exige de nós fidelidade.