
Depois de ter subido as taxas de juro 10 vezes em 420 dias para travar a inflação na Zona Euro, que chegou a ultrapassar os 10%, o Banco Central Europeu tem agora condições técnicas e políticas para decidir um corte na reunião de 6 de junho, diz António Ramalho. Já Gonçalo Moura Martins entende que a descida podia ter tido lugar mais cedo, mas sublinha que, “apesar da política monetária tão restritiva, as economias tiveram capacidade de se defender dela”.