
Baiana de raiz e Goianiense de Floradas e Frutos é dessa forma que a poeta, Lêda Selma, se define. Desde que venceu o concurso de redação no Ginásio Santo Agostinho, ela nunca mais parou de publicar seus escritos. Durante 21 anos, manteve uma coluna de crônicas no principal jornal de Goiás. Possui 17 livros publicados, inclusive no exterior. Presidente da Academia Goiana de Letras, por duas vezes, em 2020, ganhou o prêmio Jaburu. Com elevada autocrítica, Lêda Selma me disse que fica constrangida quando alguém elogia um seu trabalho do qual não gosta e que se considera uma poeta de nascença. Com uma poesia livre, sem grades, ataduras ou silêncio imposto, nesta 1a parte da entrevista ela fala sobre sua produção literária durante a pandemia.