
Uma breve análise sobre a exaustão existencial como efeito da lógica do desempenho, onde produzir, otimizar e expor a própria vida tornaram-se imperativos quase invisíveis. A partir das reflexões de Byung-Chul Han, discute-se como a liberdade se converteu em autoexploração e como as emoções, o tempo e as relações são capturados por uma lógica de produtividade incessante. Sintomas como ansiedade e burnout podem ser lidos como sinais de um modelo de vida exaustivo. Diante desse cenário, podemos experimentar pequenas brechas que permitam suspender a obrigação de performar. Bruno Carrasco, terapeuta e professor. www.brunocarrasco.net