
Os atos de campanha de Bolsonaro em sua viagem a Londres para o funeral da rainha Elisabeth II foram criticados até por aliados do presidente, que avaliaram que sua exposição foi, mais uma vez, negativa. Há, no entanto, a expectativa de que o presidente consiga fazer “melhor uso” de sua agenda internacional na Assembleia Geral da ONU, onde discursa nesta terça-feira, em Nova York.