
A delegada Camila Cecconello fez um exercício de contorcionismo ao negar que o bolsonarista Jorge Guaranho tenha matado o petista Marcelo Arruda por motivação política. "É difícil nós falarmos que há um crime de ódio", disse a chefe da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Paraná. Para embasar a conclusão a jato, ela só citou o depoimento da mulher do asssassino, que não teria interesse em agravar o crime do marido. ..........................................