
O Minist'ério Público do Paraná recorreu da revogação da ordem de prisão preventiva de Rodrigo Tacla Duran e uma nova decisão judicial foi determinada por um magistrado da segunda instância, Marcelo Malucelli. O juiz Eduardo Appio informa que irá pedir ao ministro da Justiça, Flávio Dino, a adoção de medidas para "evitar a coação ou intimidação" de Tacla Duran. "Este Juízo Federal não admitirá qualquer forma, direta ou indireta, de coação da testemunha no curso do processo, independente de sua origem, na medida em que não se compactua com qualquer forma de intimidação ou pressão para que a testemunha silencie", escreveu o juiz.