
Assim em 2020 como em 1918: o que há em comum entre a COVID-19 e a gripe espanhola. Conversamos com a historiadora Anny Jackeline Torres Silveira, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), autora o livro Influenza espanhola e a cidade planejada: Belo Horizonte, 1918. Ela fala sobre como a jovem capital mineira reagiu à chegada da doença e revela preocupantes coincidências com a situação atual da pandemia do novo coronavírus. Entre outubro e dezembro de 1918, BH teve 3.867 notificações de gripe espanhola, que resultaram em 206 mortes. Ilustração de Marcelo Lélis @aqualelis Acesse o conteúdo completo do Pensar no site www.em.com.br/pensar