
O drama de uma família quando do diagnóstico de um câncer é sempre uma experiência muito difícil. No caso de uma mãe de uma pessoa com paralisia cerebral, não verbalizada, ou seja, que não fala, assim como também não tem movimentos coordenados dos braços e das pernas é uma preocupação para muito além do tratamento do enfrentamento da doença. O episódio de hoje apresenta duas experiências, sendo a primeira, um caso que levou uma mãe, mesmo fazendo quimioterapia, lutar para arrecadar dinheiro, buscar parcerias e viabilizar a construção de uma casa que pudesse garantir um futuro digno para seu filho, mesmo na possibilidade de sua ausência ou do marido. No segundo apresentamos algumas situações de adequações simples de uma casa para que uma pessoa com paraplegia possa morar de forma independente, mas também pensar a reversibilidade para não desvalorizar o imóvel em caso de uma futura venda. Ambos os casos revelam soluções de acessibilidade, mas, mais do que isso, uma perspectiva de inovação na construção civil, o design universal.