
No pensamento atual sobre a identidade humana, a teoria de gênero tem prevalecido. Dentro deste pensamento a subjetividade individual prevalece sobre a objetividade natural. A sexualidade é vista como um simples atributo que pode não ser considerado no entendimento de si. Neste caminho tão importante de descoberta e aceitação do eu, o aspecto da atração ganhou forte relevância. Mas será que devemos mesmo repousar o nosso ser em algo tão mutável como a atração humana? Sobretudo em um mundo pós revolução sexual?