
Você sabia que a Histeria em 1894 tinha seus marcadores de gênero, raça e classe? O caso de J.R.B. e a história da loucura. No episódio #114 as petianas Thais Medrano e Beatriz Altmann recebem a ex-petiana Camille Fagundes dos Santos para falar sobre sua pesquisa de monografia. No Petcast de hoje, abordamos o estudo de caso de uma mulher preta e indigente, que foi internada sob o diagnóstico de histeria e alcoolismo, utilizado por Camille para construir sua pesquisa. Além disso, o episódio busca compreender o contexto histórico do Rio de Janeiro em 1894, analisando como o referencial teórico da interseccionalidade ajuda a entender a história da loucura e o papel do diagnóstico de histeria nesse cenário. 📚 Para saber mais: BOTTON, Viviane Bagiotto. Histeria, notas sobre o diagnóstico no Brasil. Revista Tempo, Espaço, Linguagem (Tel), v. 10, n. 2, p. 107-131, 27 set. 2019. COSTA, Jurandir Freire. História da psiquiatria no Brasil: um corte ideológico. 5. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. CUNHA, Maria Clementina Pereira. O espelho do mundo: Juquery, a história de um asilo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. ENGEL, Magali. Os delírios da razão: loucura e psiquiatria no Rio de Janeiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 200. ENGEL, Magali. Psiquiatria e feminilidade: práticas e discursos no Brasil (século XIX e início do XX). Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 21, n. 41, 2001. FACCHINETTI, Cristiana. No labirinto das patologias: a histeria e a construção do saber psicopatológico. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2007. 📱Nossas redes sociais: Instagram e tiktok: @pethistoriauff / Twitter @pethistoria / Facebook: PET-História UFF Niterói Roteiro e apresentação: Beatriz Altmann e Thais Medrano / Edição: Victoria Vieira / Revisão: Luiza Fagundes