
Em São Paulo, a Delegacia de Defesa da Mulher do município de Marília identificou o suspeito que teria feito uso criminoso de inteligência artificial para produzir montagens pornográficas de mulheres e compartilhar as imagens nas redes sociais. Outros casos têm sido recorrentes, como exposição de imagens da atriz Isis Valverde, e “nudes” falsos de estudantes em dois estados diferentes. “O grande problema [de lidar com esse crime] é que ainda não temos uma estrutura de delegacia, de judiciário, para preservar provas”, explica o advogado criminalista Aquila Pinheiro, em entrevista ao Foco96. Quer saber mais? Escute agora ou quando puder (Apresentação: Rubens Júnior; Análise: Guilherme Verano; Produção: Eduardo Zoldan; Edição de áudio: Jefferson Aguiar; Foto: Getty)