
Desde quando foi lançado, em 2020, o Pix facilitou a vida dos consumidores e se popularizou por ser um método de transferência eletrônica fácil e prático. No entanto, não demorou para surgirem relatos de golpes e fraudes envolvendo a ferramenta. Ao Foco96, o perito em Computação Forense e Perícia Digital Lucas Corrêa cita a manipulação de imagem de comprovante de compras como exemplo, fala sobre o mau uso da tecnologia por criminosos e explica como se proteger. Acompanhe (Apresentação: Rubens Júnior; Análise: Guilherme Verano; Produção: Eduardo Zoldan; Edição de áudio: Jefferson Aguiar; Foto: Reprodução)