Você já deve ter visto uma certa entrevista de um certo humorista a um certo jornal que causou uma bela polêmica nos últimos dias certo? Fique tranquilo, que ninguém aqui veio apontar dedos ou detonar quem quer que seja. Mas decidimos fazer um podcast para discutir um pouco a divulgação de filmes, a necessidade de se fazer bom jornalismo mesmo diante do interesse de quem produz uma obra. E claro, o mais importante: o jornalista pode fazer perguntas espinhosas e incômodas, ou deve permanecer falando de amenidades? Rafael Arinelli e Daniel Cury debatem esse assunto com Rafael Gonzaga, do Omelete. Juntos, eles pensam se jornalismo é “publicar algo que alguém não quer que seja publicado”, e se é “oposição”. Ou será que é melhor ver entrevistas que só são publicidade e “secos e molhados”? O debate vai longe: O que faz uma entrevista ser boa? Entrevista sobre filme não pode ser “polêmica”? Diretores, atores e artistas não podem ser questionados? Qual a dificuldade de um jornalista em fazer um questionamento mais espinhoso? De que forma uma pergunta pode ser feita sem “incomodar” o entrevistado? Será que dá pra fazer algo sutil e menos ofensivo? Além disso, também falamos sobre o papel da Assessoria de Imprensa e do Marketing, discutimos o que é uma entrevista inteligente e fazemos observações sobre os novos paradigmas do mundo de hoje, em que todos são influenciadores, todos têm poder de dizer algo, mas ainda assim o jornalista tem papel importante. O assunto é sério e vale a pena: escute e participe desse debate com calma, tranquilidade e empatia!