
Descrição do Episódio Se a comida no seu prato depende quimicamente de gás natural e a paralisação de uma usina na Ucrânia encarece smartphones no mundo todo, a economia global está operando no limite físico. Neste episódio, fazemos uma imersão técnica nas engrenagens da macroeconomia moderna para desvendar por que a inflação deixou de ser um acidente e se tornou o próprio design do sistema. Neste episódio, exploramos: A Era da Deflação Positiva: Como as inovações industriais e o padrão-ouro clássico no século XIX geravam abundância e barateavam o custo de vida. O Ponto de Ruptura (1971): A quebra do acordo de Bretton Woods por Richard Nixon e a transição definitiva para a moeda fiduciária sem lastro físico. A Fragilidade das Cadeias Globais: A dependência extrema de insumos invisíveis, como o gás néon para a fotolitografia de semicondutores e o paládio nos capacitores cerâmicos. A Química da Comida: Como o processo Haber-Bosch conecta o preço do gás natural aos fertilizantes nitrogenados, ao custo das proteínas e à inflação no supermercado. O Paradoxo dos Juros: Por que subir juros não conserta gargalos logísticos e a dura realidade da "destruição deliberada de demanda". Desglobalização & Friend-shoring: O fim da eficiência máxima e o futuro embate entre a inflação geopolítica e a deflação promovida pela Inteligência Artificial. Créditos & Contatos: Sugestão de Pauta: Sillas Roque @silao.rec Envie sua sugestão: Instagram do Diretor do Programa @ryan_jose_valadares_