
Neste 18º episódio da temporada, mergulhamos nos bastidores físicos da inteligência artificial generativa. Por trás da ideia de uma "nuvem" etérea e mágica, operam galpões industriais massivos com processadores de alta densidade que exigem quantidades colossais de eletricidade e água potável para resfriamento. Discutimos a física do aquecimento de semicondutores, os dilemas entre torres evaporativas e resfriamento a seco, e casos reais de sobrecarga hídrica e energética em cidades pelo mundo. Também analisamos as soluções e controvérsias em andamento: a corrida das gigantes de tecnologia rumo a reatores nucleares modulares (SMRs) e o conceito de computação circular, que reaproveita o calor residual dos data centers para o aquecimento distrital e municipal. Destaques do episódio: O consumo invisível de água potável no treinamento e inferência de modelos de IA. A matemática severa entre eficiência de energia (PUE) e eficiência hídrica (WUE). Por que as renováveis intermitentes não fecham a conta dos servidores ininterruptos. O ressurgimento da fissão nuclear financiada por Big Techs. Casos práticos de computação circular: aquecendo piscinas olímpicas e residências na Europa. 🎙️ CONTATO: • Direção: Ryan José Valadares | Instagram: @ryan_jose_valadares_ 💬 Participe da conversa: Deixe sua opinião nos comentários ou dê sugestões de pautas além de compartilhar este episódio com quem precisa compreender a raiz profunda dessa questão. ℗ Ryan José Valadares