
"O Eu reside dentro do lótus do coração. Sabendo disso, consagrado ao Eu, o sábio penetra diariamente nesse santuário sagrado. Absorto no Eu, o sábio se liberta da identidade com o corpo e vive num estado jubiloso de consciência. O Eu real é o imortal, o que não tem medo; o Eu é Brahman, o Espírito universal. Esse Brahman é a Verdade eterna”. (Upanishads)