
Há um silêncio que está para além do silêncio das palavras. É a suspensão espontânea do pensamento, da conceituação e da tagarelice mental. É a própria mente silenciosa, desidentificada de suas vestes de pensar, sentir e querer, para a qual já não existe passado ou futuro. Nesse silêncio, o ego não tem mais espaço para seus discursos vazios. Essa mente ingressa na corrente, flui na unidade e adquire o poder do Todo, pois ela é una com o Todo.