
O projeto iluminista de educação, surgido no século XVIII, buscava formar cidadãos racionais, críticos e autônomos, valorizando a ciência, a razão e o conhecimento como ferramentas de progresso social. Apesar de propor acesso à educação para todos, na prática muitas vezes beneficiava apenas grupos privilegiados, excluindo mulheres, pobres e minorias. Além disso, sua ênfase na racionalidade podia negligenciar aspectos emocionais e culturais, tornando o aprendizado mais rígido e limitado.