
De onde vem aquela voz que insiste que, mais cedo ou mais tarde, vão descobrir que você é uma fraude? Hoje, Renan conta a história de Pedro, que passou mais de vinte anos acreditando que era burro — até descobrir que aquela crença foi plantada por um professor cruel quando ele tinha 7 anos. A partir dele, Renan mostra como uma frase dura na infância vira um "esquema cognitivo": um filtro pelo qual você passa a interpretar tudo sobre si mesmo. Não se trata de autocrítica, mas de uma crença central que você nunca testou. Renan explica a síndrome do impostor, por que o cérebro coleciona "provas" para confirmar o que já acredita, e os primeiros passos para reestruturar essas crenças. Com o tempo, você percebe que aquela voz é eco do passado, não verdade do presente. Neste episódio, você aprenderá: Como reconhecer a crença central que te acompanha desde criança Como entender por que ela parece tão verdadeira (o esquema cognitivo) Como identificar de quem você herdou essa voz Como questionar a origem em vez de acreditar cegamente Como buscar evidências de que a crença é exagero, não fato Você não é o que disseram que você era. Aquela voz cruel não é sua — é a voz de alguém que te machucou quando você era pequeno demais para se defender. Este episódio toca num tema sensível. Se essas crenças estão pesando demais, conversar com um profissional de confiança pode ajudar. Com amor e na sua torcida, Renan Daniel. Siga @podcastdepsicologia no Instagram, TikTok e YouTube para conteúdo diário sobre saúde mental e desenvolvimento pessoal. Ouça o Podcast de Psicologia em todas as plataformas: Spotify | Apple Podcasts | YouTube | Amazon Music | Deezer podcastdepsicologia.com.br O que abordamos: [00:00] Introdução — "1 hora vão te descobrir" [01:06] A prova de matemática aos 7 anos [02:12] Como o cérebro junta tudo numa crença [03:19] A síndrome do impostor [04:25] A pergunta da psicóloga: você sempre sentiu assim? [05:33] "E se você nunca foi burro?" [06:41] Reestruturar a crença em 4 passos [08:52] Buscar as contraevidências [09:57] A voz é eco do passado, não verdade do presente