
Explorar o potencial múltiplo de criadores de cinema e a representação de um ecossistema diverso que extrapola paisagens e hábitos restritos à capital. Com a proposta, a criadora e diretora do 13º Curta Brasília — Festival Internacional de Curta-Metragem, Ana Arruda, se juntou ao artista Hodari, responsável por videoclipe (indicado ao Grammy Latino 2025) que marcou a abertura do evento no Cine Brasília (EQS 106/107) nesta quinta-feira (11/12). Ambos participaram do Podcast Correio Braziliense, apresentado nesta edição pelos jornalistas Isabela Berrogain e Ricardo Daehn. "O curta-metragem é muito libertário: traz inventiva narrativa e valoriza o tempo do filme. Ao longo de 13 anos, acabamos acompanhando de forma simbólica, nas inscrições para o evento, um inconsciente coletivo de temáticas mais presentes. Durante um período, víamos ações isoladas, com muito cenas externas; agora, há os coletivos, que criam ocupações de espaços da cidade e isso se reflete nos movimentos culturais", pontuou Ana Arruda.