
Como evoluir sem perder a essência do Cavalo Crioulo? No episódio #108 do Podcast Em Busca do Cavalo Crioulo, conversamos com Luiz Martins Bastos Neto, criador da Estância Parayso, com 50 anos dedicados à criação e mais de três décadas de atuação como jurado da raça. Herdeiro de uma família presente na Fronteira Oeste desde 1813, Luiz relembra a trajetória de seu avô e de seu pai, a histórica aquisição de La Invernada Aniversário, a chegada da genética chilena ao Brasil e as transformações que ajudaram a construir o Cavalo Crioulo atual. O bate-papo também avança sobre os desafios do presente: a profissionalização das cabanhas, os altos custos do Freio de Ouro, a valorização comercial da morfologia, a premiação em dinheiro, o uso da tecnologia nos julgamentos e a responsabilidade de estabelecer regras iguais para todos. Entre tradição e modernidade, Luiz defende que a raça continue evoluindo sem perder seus pilares: estrutura, volume, resistência, rusticidade, funcionalidade e qualidade racial. Para ele, o Crioulo precisa continuar levando vida de cavalo — e não se transformar em um “bibelô de prateleira”. Um episódio sobre história, mercado, seleção, responsabilidade e o futuro de uma raça que cresceu sem poder esquecer de onde veio. Na tua opinião, o que o Cavalo Crioulo precisa preservar enquanto continua evoluindo? Deixa teu comentário, inscreve-te no canal e acompanha os próximos episódios. #CavaloCrioulo #EmBuscaDoCavaloCrioulo #FreioDeOuro #Podcast #Expointer