
O quinto e último episódio problematiza a temática das travestilidades e das transexuailidades no ambiente educativo. São abordadas práticas e discursos transfóbicos presentes entre docentes e discentes, envolvendo o uso do nome social, o acesso ao banheiro da escola e a violação de direitos de pessoas trans e travestis. Propõe-se repensar o lugar na escola de corpos trans e travestis que não se enquadram na cisheteronormatividade, sendo por isso, considerados corpos abjetos. Nesse sentido, o episódio apresenta cinco entrevistas: 1. Três entrevistas com docentes de escolas públicas - um professor homem trans, uma coordenadora pedagógica cisgênera e um professor cisgênero; e 2. Duas entrevistas com estudantes - uma estudante trans não binárie do curso de graduação em Psicologia e uma estudante mulher trans do Ensino Médio. As entrevistas fornecem um repertório social, político e ético para discussão dos pontos de convergência e divergência na reflexão sobre os direitos à educação para todos os corpos e sujeitos e os direitos de cidadania para todas, todos e todes.