
Nesse episódio do Tecnopolítica, Sergio Amadeu conversou com Thainá Oliveira, geógrafa e mestranda na UFSCar de Sorocaba. Thainá mapeou a atuação da empresa Worldcoin, que instalou 55 postos de escaneamento de íris na cidade de São Paulo. Para permitir a captura de um identificador biológico único e imutável, as pessoas recebiam o equivalente a R$ 400,00 em criptomoedas. A conversa avança para os riscos sociais, econômicos e tecnológicos de coletar uma biometria tão sensível, além da transformação dos dados corporais em ativos negociados por Big Techs — um processo que evidencia a financeirização dos corpos. 📌 O que você vai ouvir: – Como a Worldcoin operou em São Paulo – Por que a íris é uma informação tão sensível – A troca de dados biométricos por criptomoedas – Monetização de dados pessoais e ativações financeiras – Capitalismo de vigilância e riscos à privacidade – Big Techs, mercado biométrico e futuro dos direitos digitais 📄 O levantamento apresentado por Thainá no Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ANPOCS pode ser acessado aqui: 👉 https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/13293