
Carlos Eduardo Monteiro, o Cacai, da Autonorte, distribuidora da região Nordeste do Brasil, conta que por trabalhar com as linhas leve, pesada e motos, acaba sofrendo menos neste momento delicado. Para ele, o problema é maior com quem trabalha apenas com um nicho da frota de veículos, como a pesada, que vem enfrentando mais dificuldades pela diminuição das linhas urbanas das empresas de ônibus. A perspectiva do profissional é uma retomada lenta e gradual da atividade, mas com um futuro promissor.