
Admissão de representação do prefeito contra vereador e substituição de secretário são os motivos da convocação extraordinária A última sessão extraordinária do mês de julho será na sexta-feira, dia 31, às 09 horas. O tema da sessão é apenas um: comissões processantes. E o tema se desdobra em duas vertentes. A primeira é a substituição do ex-vereador Rômulo Oliveira (Republicanos) da Comissão Processante aberta para averiguar fatos como problemas na área da saúde, buracos, epidemia de dengue e atraso no pagamento de tributos contra o prefeito e o vice-prefeito. Rômulo era secretário da Comissão e teve de deixar o mandato para o retorno de Alex Avansi (DEM), após decisão judicial. Um novo sorteio entre os vereadores desimpedidos será realizado para a escolha do novo secretário da Comissão. A segunda vertente é o juízo de admissibilidade de representação de autoria do prefeito Edmir Gonçalves (MDB) contra o vereador Ricardo Negrão (Podemos). O prefeito acusa o vereador de quebra de decoro parlamentar pelos discursos de adjetivações consideradas agressivas contra o próprio prefeito ao longo das sessões de Câmara deste mandato. São necessários ao menos cinco votos para abertura da Comissão Processante. Se for aberta, três vereadores serão sorteados para comporem a Comissão, que terá 90 dias para opinar sobre absolvição ou cassação do mandato. Para o juízo de admissibilidade, o suplente Avelino Cunha (MDB) foi convocado para substituir Ricardo Negrão, que figura como representado. A sessão extraordinária de Câmara será na sexta-feira, dia 31 de julho, às 09 horas.