Vibrante, participada, presente. Foi assim a 4.ª Edição do Festival Pedra Dura. Aconteceu graças à resistência de produtores, artistas e do apoio da comunidade local, que uniram esforços para que a dança não nos faltasse. É que os cortes no orçamento atribuído pela Direção Geral das Artes, esses foram por inteiro. Dançar, podemos sempre. Mas com que contas? Com que contamos? Como continuamos? Perguntas que serviram de mote para uma conversa de Tiago Mansilha com Joana Flor Duarte e o Daniel Matos, responsáveis pela direção artística do Festival.