
Autor: Pr. Antônio Jorge Neste episódio o Pastor Antônio Jorge Araújo comenta os últimos escândalos produzidos por pastores da Igreja Cristã Maranata. O primeiro diz respeito à prisão do pastor da Maranata Wilson Caoduro, suspeito de liderar uma quadrilha organizada que teria praticado estelionato, falsidade ideológica e fraudado o fisco em 800 milhões de reais praticando lavagem de dinheiro com empresas de fachada, operando inclusive além das fronteiras nacionais. Esses e outros crimes estão em fase de apuração pela GAECO do Ministério Público do Espírito Santo. O segundo escândalo diz respeito ao pastor da Maranata Reroldi Monteiro, que, "no dia 2 de janeiro de 2021, em seu perfil pessoal do Instagram, postou uma foto exibindo o corpo enfatizando seu órgão sexual ereto". Tal fato foi objeto de divulgação de NOTA DE REPÚDIO por parte do Sindicato da Guarda Portuária no Estado do Espírito Santo, onde Reroldi ocupava a função de Coordenador da Guarda Portuária da Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA). Na nota, a Diretoria Executiva do Sindguapor-ES pediu perdão à sociedade e sobre Reroldi disse que "a conduta infantil e desrespeitosa não condiz com o cargo que ocupa". Diante desses fatos e, sabendo que esses dois pastores da Igreja Cristã Maranata foram ordenados ao cargo de pastor juntamente com outros 501 pastores, em um culto especial da Maranata, do dia 3/10/2020, o Pastor Antônio Jorge questiona se todos esses pastores são realmente produto de REVELAÇÃO DE DEUS, conforme afirma a Igreja Maranata, quando escolhe seus ministros, ou se essas revelações não são invenções de espíritos que, naturalmente, não podem ser o Espírito Santo de Deus. Veja o vídeo até o final e tire suas próprias conclusões. PETIÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA A MARANATA Ajude-nos a pedir ao MPF para intervir e fazer cessar o assédio processual praticado pela denominação Maranata contra seus ex-membros. Entenda a petição: https://bit.ly/3hqzOu4 Assine a petição: https://bit.ly/3bBgs5T "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons". (Martin Luther King)