
Sou canhota — e isso é muito mais do que uma preferência de mão. Cresci a adaptar-me a um mundo feito para destros: tesouras, utensílios, cadernos, bancos escolares… Tudo exigia um novo jeito, um novo olhar. Mas ser canhota também me ensinou a ver o mundo de forma criativa, a desenvolver uma sensibilidade especial e a escrever não só com a esquerda, mas com o coração. Neste episódio, partilho o poema Ser Canhota e convido-te a celebrar o que te torna único(a). 🎵 Jazz Piano Bar – Doug Maxwell 📣 Conta-me: qual é a tua singularidade?