
Ora, que país genuíno, o vice paga o assassino, lava-se o sangue na pia logo na volta da democracia Chega o marquês de Carabás, dizendo-se “caçador de marajás”, mostra-se ele o verdadeiro paxá, congelando o dinheiro do povo na hora H Vem o Itamar, tentando a economia salvar, nada mal, lança o plano real sucede o seu sociólogo então, provando-se grande decepção, em seguida, desdado ladrão, que indica a seu posto uma sem noção, propõe para o nosso relento, que estoquemos vento Na transição, que horror, provocando grande temor, desvela-se o soturno vampirão, na nova eleição, faz-se o povo o favor, de trazer pior terror Já tivemos de tudo de ladrão nobre a ladrão pobre, mas esse é um absurdo; quer deixar o pantanal desnudo, o gay apanhar, a mãe do jovem a chorar, o índio exterminar; sua ignomínia não deixa escapar nenhuma minoria. Ó cousa descomunal é ter um presidente boçal! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.